Agora só eu e eu mesma de novo. Como sempre deveria ter sido. Não importa quem resolvesse cruzar meu caminho, sempre deveria ter sido eu e eu mesma. E eu posso agora respirar e ficar quieta. Eu poderia simplesmente desaperecer completamente. Tentar ficar sã. Tentar fingir que nada aconteceu. Até voltar, como luz que sou, voltar brilhando, mas o brilho que quase ninguém vê. Não há nada mais certo do que dizer que eu não preciso deles nem eles de mim. Kevin Parker me consola. Thom Yorke me reafirma. Eu tenho 24 horas por dia que posso dedicar a pessoa que realmente deveria parar de pegar um papel coadjuvante na minha vida: eu mesma. Eu tenho 24 horas por dia para modificar esse roteiro. Para assumir o papel principal. Eu desapereço de vocês e reapereço para mim.
Assinar:
Postar comentários (Atom)
144 anos de Virginia Woolf
Há 144 anos nascia Adeline Virginia Stephen, depois conhecida simplesmente por Virginia Woolf (sobrenome de seu esposo Leonard Woolf) Durant...
-
Desde dezembro o correio nunca me fez tão feliz, recebi presente de amigo secreto, recebi livros de aniversários, recebi cartinha e desenhos...
-
Seja Homem é um livro que busca analisar a construção da masculinidade no patriarcado, discutindo como as práticas do que seria “ser um home...
Peraí!!! Não li teu post e não li teu blog ainda! Tava entrando aqui pra te convidar prum grupo no Facebook (se é que tens perfil lá) do Henry Miller, PORÉM, eu tava ouvindo exatamente a música do título deste post! Pô... aí, sei lá, né? Que doideira, isso... (pronto, agora li o post com o título do Radiohead ehehehe) Mas, enfim, depois desse comentário surreal, o convite tá feito e o grupo do Miller tá lá no fb, caso queiras participar... e vou dar uma lida no teu blogue tb, gostei deste post. :-)
ResponderExcluir