"Canções sobre depravados contrabandistas de álcool, mães que afogavam os próprios filhos, Cadillacs que faziam apenas cinco quilômetros por litro, enchentes, protestos sindicalistas, trevas e cadáveres no fundo de rios não eram para os amantes do rádio. Não havia nada de condescendente nas canções folk que eu cantava. Elas não era amistosas nem plenas de bravura. Não desciam redondo. Acho que se poderia dizer que não eram comerciais. Não era só isso, meu estilo era errático e pesado demais para caber no rádio, e, pra mim as canções eram mais importantes do que um simples entretenimento ligeiro. Eram minhas preceptoras e guias para um estado alterado de consciência da realidade, uma república diferente, uma república livre. (pag. 45)
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